E, na Califórnia, os moradores acordaram em choque após o maior assassinato em massa da história de Califórnia. Nove mortos dentro de uma casa.
Atiradores de elite estavam em alerta. Seria apenas uma briga doméstica. A mulher que chamou a polícia disse que tinha vindo resgatar os filhos que há dois anos havia deixado com o pai. Policiais de elites cercaram o lugar. Os vizinhos demonstravam desespero. Uma mulher saiu da casa carregada.
Um vizinho diz ter ouvido pelo menos dois tiros. Um homem de cabelos longos com a roupa cheia de sangue se entregou, sem oferecer resistência. Foi identificado como Marcus Wesson, de 57 anos de idade. Na casa, a cena da tragédia. Em um só quarto nove corpos. O policial conta que alguns estavam empilhados.
Eram de uma mulher jovem, de uma adolescente e de sete crianças, de um a oito anos de idade. Os vizinhos dizem que três das vítimas andavam sempre de preto levando a suspeita de que faziam parte de algum tipo de seita.
Foi o maior assassinato em massa da história de Los Angeles. O homem preso seria o líder de um culto religioso e teria tido filhos com quatro mulheres diferentes. Ainda não se sabe quantas das crianças eram filhas dele, nem como foram mortas. Num detalhe bizarro, a polícia encontrou dez caixões na sala-de-estar da casa, mas não confirmou a suspeita de que o homem preso teria planejado um enterro coletivo.
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